Gosto de pessoas tristes. Daquelas que amarguram por nada, por expectativas vazias e que constroem castelos na areia que o mar vai levar.

Gosto de pessoas zangadas. Daquelas que estão sempre de mal com a vida, que odeiam segundas-feiras e que tem sempre uma palavra de mal a dizer de tudo e de todos.

Gosto de pessoas precipitadas. Daquelas que acham que sabem tudo de ti só porque te viram, ou leram, ou falaram uns minutos.

Gosto de pessoas doentes. Daquelas que todos dizem bipolares ou agressivas, que toda a gente acha desequilibradas.

Gosto de pessoas más. Daquelas que minam a felicidade alheia, estão sempre a ver como passam por cima de tudo e de todos para terem o que querem.

Gosto de pessoas frustradas. Daquelas que metem os planos lá em cima, e vivem para as expectativas de outras pessoas, para serem vistas por aquilo que não são, e na verdade não querem ser e por isso frustram.

Gosto de pessoas inquietas. Aquelas que vivem a adrenalina ao máximo, vão à procura de tudo, testam tudo e não se encontram em nada.

Gosto de pessoas ansiosas. Das que antecipam tudo, triangulam tudo, acham que sabem o que vai acontecer e depois não acontece. Vivem no futuro e o futuro não se cumpre. Das que são tão ansiosas que roem a unhas a pensar no que poderia ser e não foi.

Gosto muito de pessoas antipáticas. Das que acham que está tudo mau, tudo péssimo e que é tudo horrível. Das que o bom dia é: “só se for o seu!”. Das que torcem o nariz a tudo. As antipáticas que tem de fazer tricas sobre as outras pessoas para se sentirem melhor com elas. Gosto mesmo muito de pessoas antipáticas.

Gosto de pessoas antissociais. Das que acham que 2 pessoas juntas é uma multidão. Das que não são introvertidas, são mesmo anti-vertidas. Aquelas pessoas que acham que as outras pessoas estão sempre a mais. Gosto muito de pessoas antissociais.

Gosto de pessoas apáticas. Das pessoas que acham que nada vale a pena. Das pessoas que não encontram emoção em nada, das que não valorizam nada, daquelas que não vêm saída em nada (nem entrada). Gosto muito mesmo de pessoas apáticas.

Gosto de pessoas apressadas. Daquelas pessoas que estão sempre ocupadas. Daquelas que nunca têm tempo para nada. Das com a agenda cheia de nada e de tudo. Das que chegam sempre atrasadas a tudo porque antes tiveram qualquer coisa. Adoro pessoas apressadas!

Gosto de pessoas arrogantes. Das que se acham super-importantes. Das que se acham muito conhecidas e que todas as pessoas gostam delas. Das que se acham rainhas e senhoras de tudo e sabedoras da razão. Das que se acham donas e legítimas rainhas do conhecimento e todos os mortais são burros e estúpidos. Gosto tanto de pessoas arrogantes!

Gosto de pessoas atrevidas. Das que se acham a última bolacha no pacote e por isso toda a gente tem de cair aos pés delas. Das que se riem das pessoas que não as querem (mas que se atreveram a ir atrás das piores maneiras possíveis!). Que são abusadas e atrevidas, adoro!

Gosto muito de pessoas autoritárias. Das que querem, podem e mandam! Das que querem as coisas para ontem. Das que obrigam outras pessoas a fazer o que estes “autoritários/as” querem, em frente aos colegas e depois reclamam em público que estava tudo mal feito. Gosto mesmo muito de pessoas autoritárias.

Gosto muito de pessoas avarentas. Daquelas que matam por um euro e morrem por um cêntimo. Das que fazem planos e mais planos para sacarem seja o que for às outras pessoas e depois de sacarem, querem ainda mais. Daquelas que metem o dinheiro “debaixo do colchão” e acham que tudo se paga com dinheiro.

Gosto muito destas pessoas. Têm uma energia incrível. Só não sabem canalizar bem essa energia a seu favor e a favor da humanidade. Eu posso facilitar isso bem, canalizar a sua energia a seu favor. Se eu não souber, tenho pessoas na minha equipa que sabem.